Woody Allen é um “cineasta pequeno”, “um careta” de “visão estreita” e “frases brilhantes”. Assinado: Caetano Veloso
Como eu queria ter nascido Woody Allen, acabei levando um susto com a manchete. Claro que todos nós temos o direito de gostar mais ou menos de um filme, ou de um diretor. Mas o Caetano Veloso tem uma mania danada de querer aparecer, falar demais. Ô cara chato. Como diz a amiga Ana Maria do blog Psiulândia: “Caetano perde mais uma excelente oportunidade de abrir a boca só pra cantar”. Psiuuu!
O depoimento foi publicado no G1, coluna de Geneton Moraes Neto. Confira, aqui.
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A figura do anti-herói é bastante frequente na ficção. Personagens que oscilam entre o bem e o mal, de alma esfarrapada e moral vacilante, conquistam leitores e espectadores.
A lista é grande. Valentina de Guido Crepax, McMurphy vivido por Jack Nicholson em O Estranho no Ninho, Fausto de Goethe, Capitão Nascimento em Tropa de Elite, Policarpo Quaresma de Lima Barreto. Até os super-heróis, andam deixando o super de lado para gozarem de humanidade plena.
O filme Anti-herói Americano merece atenção quando retrata a história do indivíduo comum na tentativa de superar as frustrações do mundo moderno.
Aparentemente, um drama despretensioso. Harvey Pekar trabalha como arquivista em um hospital de Cleveland. Porém, um episódio em especial deixa o protagonista em alerta sobre seu futuro sombrio. Ao deixar cair no chão uma pasta com arquivos de óbito, encontra a ficha de um homem que trabalhou a vida inteira como arquivista em Cleveland, um emprego burocrático, exatamente como o dele. Tanto no cinema como na vida, fatos como esse inflama nossa imaginação de como escapar de existências esvaziadas de significados. (mais…)
Para a cinéfila Vanessa, a aventura começou cedo. A segunda palestra da 9ª Conferência Internacional do Documentário – Documentário Engajado começava às 10h no Sesc Avenida Paulista. E lá estava Vanessa no Cinesesc, na Avenida Augusta, e no lugar errado. Um café para acordar e pensar. Mesmo sob o sol fatigante, correu para o local aonde acreditava que poderia ser a conferência. Agora acertou. Bom mesmo ter insistido, porque a palestra foi bastante interessante. (http://www.tvaovivo.net/sescsp/etudoverdade/) (mais…)
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ontem, li uma pesquisa na qual dizia que o fumo está em 60% dos filmes nos EUA. No embalo das listinhas e sem tomar partido, indico alguns esfumaçados do título ao roteiro:
Cortina de Fumaça (Smoke) por Wayne Wang, 1995
200 Cigarros (200 Cigaretter) por Risa Bramon Garcia, 1999
Sobre Café e Cigarros (Coffee and Cigarettes) por Jim Jarmusch, 2003
Nicotina (Nicotina) por Hugo Rodriguez, 2003
Romance e Cigarros (Romance & Cigarettes) por John Turturro, 2005
Obrigada por Fumar (Thank You for Smoking) por Jason Reitman, 2006 (mais…)
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desde hoje cedo, ando ruminando qual é a melhor História em Quadrinhos de todos os tempos. A questão faz parte da promoção Verão Índio do site Digestivo Cultural em parceria com a Conrad Editora. Fiz questão de responder com o propósito de os quadrinhos serem uma literatura de extrema importância para o mundo das artes. Na tentativa de chegar ao veredito, resolvi trilhar meus passos. (mais…)
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melhores momentos da temporada Griphos 2008!
oferecimento Marcelo Peixoto / patrocínio Hylder Barbosa

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não é à toa, mas parece que o dia 14/02/09 está predestinado a ser mesmo bem especial. Para os menos empolgados, talvez, apenas mais um dia repleto de entretenimento. O destaque fica por conta da exibição do filme Desafio à Corrupção no Centro Cultural Vergueiro às 16h. Dentro do ciclo de homenagem ao ator Paul Newman, o filme “The Hustler – Desafio à Corrupção, direção de Robert Rossen, cinemascope, P&B , foi vencedor do Oscar de fotografia em 1961. Trata-se de uma história passada no submundo dos jogadores profissionais de sinuca de Nova York. Paul Newman encarna Eddie Felson, um novato em ascensão que desafia Minnesota Fats, uma espécie de “rei do pedaço”, interpretado por Jackie Gleason. Os interiores dos salões e os becos escuros, proporcionaram a Schufftan um ambiente para evocar e recriar o seu passado expressionista. Contrastes acentuados, sombras marcantes e nítidas, luzes vindas do alto e uma movimentação de camera coreografada com precisão, dão ao filme uma riqueza visual que impressiona até hoje. Curiosamente na refilmagem feita por Martin Scorcese com cinematografia de Michael Balhaus (The Color of Money, 1986), Paul Newman passou de mocinho a vilão, com Tom Cruise assumindo o seu personagem de 25 anos atrás.” (Mestres da Luz V – Eugen Schufftan)

Se sobreviver a tanta expectativa, vou à casa de minha amiga Camila, apreciar umas fornadas de pizzas caseiras. Ouvi dizer que o marido dela vai servir tequila para bebericar. E para aqueles que estiverem em casa, indico o formidável Telecine Cult que exibirá às 22h o documentário sobre o cantor e compositor Leonard Cohen, exibido na 30º Mostra Internacional de SP. Ainda bem que eu já assisti, porque já dá para prever o final desse meu dia.
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Confesso que ainda não fui na 28º Bienal de São Paulo. Confesso que persegui pela internet os passos da performance “Sem Título – A Bondade de Estranhos” do artista Mauricio Ianês. E que considero a performance de Ianês essência pura daquilo que sugere a arte, arte sem limite. Um respeitável espetáculo no andar vazio da Bienal. Pena que não presenciei ao vivo, confesso, foi um pouco de preguiça e falta de organização na agenda. Quando li a entrevista que saiu no site Trópico do artista, decidi postar aqui. (mais…)
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Depois das duas semanas agitadas da 32ª Mostra Internacional de Cinema tem a repescagem. Uma boa oportunidade para ver os premiados e outros filmes que foram impossíveis de assistir durante a programação do festival. Mas no momento, estou em recesso e ainda com saldo negativo na minha conta bancária. Agora, prefiro relembrar os filmes e as emoções que vive, por mais que soe um pouco piegas.
Esse ano busquei por filmes que trazem um dos recursos que o cinema tem de melhor: contar uma história. Difícil foi conciliar datas, horários e ingressos esgotados. Alguns foram deixados na esperança de ver no circuito normal e, infelizmente, outros ficaram apenas no papel. (mais…)
Dia 13 de agosto, fui assistir o debate Cartografia Web Literária. Uma feliz parceria do SescSP e do portal Cronópios. O tema desse dia foi Publicação e distribuição da literatura em tempos digitais. Os debatedores eram Clarah Averbuk , Ana Paula Maia , Cardoso (Zé Czarnobai), Artur Rogério e Lima Trindade. Algumas coisas chamaram a minha atenção, além do debate, é claro: a tarefa suada do mediador Fabrício Carpinejar e a ladainha da Averbuk – eu não aguento mais ouvir suas reclamações de assédio. Além da ilustre presença na platéia de Heloísa Buarque de Hollanda, curadora do Portal Literal.

Confira o evento – http://www.cronopios.com.br/site/default.asp