Baiuca Cultural


roliúde nordestina
Outubro 14, 2009, 11:56 pm
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DSC00262aHollywood, Bollywood, Nollywood, Roliúde. Pela grafia da última nota-se a brincadeira e a procedência da palavra. A Roliúde Nordestina fica na cidade de Cabaceiras na Paraíba. Engana-se quem diz que nunca viu, pelo menos para aqueles que já assistiram alguns filmes brasileiros como Auto da Compadecida e Cinema, Aspirinas e Urubus. Na belíssima cidade locação, o custo de uma produção cinematográfica é considerado baixo, assim como a ocorrência de chuva – o menor índice pluviométrico do Brasil.

 Já a eventualidade de temas sobre violência, periferia, favela e sertão no cinema nacional são bastante frequentes.  Não se pode negar a importância de retratar as questões sociais nas telas como uma forma de reconhecimento e reflexão.

Fora da tela a Roliúde Nordestina é um importante passo além do eixo Rio-São Paulo. Criou-se um mercado de trabalho local, no qual sua gente comum contracena e participa da produção. Uma gota no meio do cariri, mas um modelo que poderia inspirar políticas públicas no intuito de resgatar e dar dignidade ao sertão e outras regiões carentes. Se o cinema nacional é carregado de estigmas, é fácil perceber que o mesmo ocorre com os nordestinos e com os menos favorecidos do país todo. Por que não ver com outros olhos a nossa Roliúde?

 O imaginário popular percorre todas as vias, seja urbano, rural ou periférico. O que vale é o olhar, de quem produz e de quem assiste.

 Nota: Nollywood, indústria cinematográfica da Nigéria.

Fotos: Eduardo Porcino (mais…)


no ponto
Agosto 24, 2009, 6:17 pm
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no ponto espero por uma palavra, um rosto conhecido, um vento frio para despertar, um cigarro, os faróis dos carros, o cheiro de café, uma conversa qualquer, uma moeda perdida, um ônibus que nunca aparece.



grande coisa
Agosto 11, 2009, 7:02 pm
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O mar. E daí? Imensidão de vida e tanta solidão. Ele ali e eu aqui.



olha o passarinho
Junho 19, 2009, 4:44 pm
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Caiu a internet. Não, não é nenhum colapso digital regional. O acesso aqui  em casa caiu e nunca mais voltou. Não é possível restabelecer a conexão, diz o aviso do  sistema. Enquanto isso, ainda ruminando os prós e os contras, o Supremo Tribunal Federal decretou a não obrigatoriedade do diploma de jornalismo na profissão. Caiu o diploma. E ainda sem nenhuma regulamentação, vai ser a maior festa do oba-oba. “Cai cai balão,  cai cai balão aqui na minha mão”. Na minha mão nada, e na sua? Os dígitos da minha conta bancária continuam a cair. Sem internet, sem diploma, sem renda. E eu ainda vejo passarinho verde na janela.

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post dedicado a Andréa Martinelli, Leonardo Sobral e LoryLooove.



algumas ideias
Março 24, 2009, 2:35 pm
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três é melhor
Fevereiro 20, 2009, 6:26 pm
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balanço
Dezembro 10, 2008, 4:45 pm
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hoje, de molho
Dezembro 3, 2008, 2:54 pm
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ilustra: orlando pedroso



o que a Mostra de SP não vai mostrar
Outubro 13, 2008, 2:50 pm
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Ao pesquisar toda a programação no domingo à noite, fiquei passada, decepcionada e perdi o sono. Hoje é segunda e ainda resmungo…

Seguem os filmes que foram exibidos no Festival do Rio e não serão exibidos na Mostra de SP, que pena… mas ficarei bem com outros tantos de uma nova listinha! (mais…)



sob o mesmo sol
Outubro 10, 2008, 2:26 pm
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Pego o jornal, aquele de graça no farol. Amanhã comemora-se o centenário de Cartola. Shows e homenagens devem pipocar por aí. Passo no caixa eletrônico, tento 20 mangos e o saldo é insuficiente. Continuo com o jornaleco. Em SP, haverá um show de Elton Medeiros e convidados. Ingressos: R$ 60,00. No Rio, o centenário será no morro da mangueira com a reunião das baterias de escolas de samba do Rio, que farão a marcação do ritmo de “Alvorada”. A passagem de ônibus para o Rio: R$ 65,00. Hospedagem: casa da Martita, ou da Jacy, ou do Vidal. O saldo ainda é insuficiente e, então, a homenagem fica por conta própria. Na rua, agora canto “Ouça-me bem, amor. Preste atenção, o mundo é um moinho…”, enquanto ensabôo algumas emoções. (mais…)