Escrevo isso como alguém que adora prêmios, literários ou não. Já passei algumas noites em claro vendo o Oscar, e poucos eventos regularmente repetidos me parecem tão cheios de drama quanto a apuração das notas do desfile das escolas de samba. Além da emoção barata, porém, prêmios literários são um meio justificado pelo fim: não se trata de eleger o melhor livro do ano mas de guiar o público, provocar o debate, criar expectativas e, inevitavelmente, causar decepções. O prêmio em si interessa pouco: bom é discutir quem merece ganhar antes e reclamar de quem ganhou e não devia depois.
A editora britânica TankBooks parece não querer desistir tão facilmente do livro-objeto – ainda que o objeto seja outro. Para os “amantes do design” (e eventuais ex-fumantes nostálgicos), lançou uma série de clássicos da literatura – romances e contos – imitando maços flip-top de cigarros. Em tudo são iguais: mesmo tamanho, o livrinho é embalado em papel alumínio por dentro. Por fora, celofane.
São vendidos individualmente (£ 8.07) ou em pack – uma lata bonitona (£ 42.23) com seis volumes: O Coração das Trevas, de Joseph Conrad; As Neves de Kilimajaro e Invicto, de Ernest Hemingway; A Metamorfose e Na Colônia Penal, de Franz Kafka; O Homem que Queria ser Rei, O Riquixá Fantasma e Black Jack, de Rudyard Kipling; Dr. Jekyll e Mr. Hyde, de Robert Louis Stevenson; e A Morte de Ivan Ilich e Padre Sérgio, de Liev Tolstoi. (Fonte: blog Almir de Freitas)

A dica foi da Bravo! e da Raquel Cozer.


Estão abertas até o dia 30 de setembro, as inscrições para a 2ª edição do Projeto Pão e Poesia que consiste na impressão de poemas e obras de artistas plásticos em embalagens para pão. Podem participar autores de todo o Brasil. A iniciativa, além de abrir espaço para novos escritores, visa aproximar as obras poéticas do público, despertar o gosto pela leitura e o interesse das pessoas pela poesia, fazendo a literatura circular.
Para saber mais, acesse Pão e Poesia e Café com Notícias.
Fonte: Café com Notícias


Um telão de 3 metros por 1,80 metro exibindo curtas-metragens de até vinte minutos transformou a Estação Santa Cecília na melhor parada da hora do rush às sextas-feiras. Desde abril, três filmes têm sido apresentados entre 18h e 19h30, dando chance aos passageiros de se entreter enquanto esperam trens menos lotados. “A ideia deu tão certo que vamos ter também longas-metragens no último domingo de cada mês”, promete Marcello Borg, gerente de marketing do Metrô. No domingo (31), às 11h, a sessão gratuita estreará com o documentário O Mistério do Samba, de Carolina Jabor e Lula Buarque e Hollanda. O folheto com a programação do chamado Projeto Encontros pode ser solicitado nas catracas da estação.
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com grandes nomes da literatura nacional contemporânea, o projeto Teatro para Alguém entra no ar hoje, às 22h. Confira os trailers (na íntegra a partir de segunda-feira).

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